segunda-feira

A QUESTÃO DO PARAGUAI E A DEMOCRACIA


Governo brasileiro divulga nota sobre “ruptura da ordem democrática” no Paraguai
Mercosul entrou no debate sobre o golpe


O Governo brasileiro condena o rito sumário de destituição do
mandatário do Paraguai, decidido em 22 de junho último, em que não foi
adequadamente assegurado o amplo direito de defesa. O Brasil considera
que o procedimento adotado compromete pilar fundamental da democracia,
condição essencial para a integração regional.
Medidas a serem aplicadas em decorrência da ruptura da ordem
democrática no Paraguai estão sendo avaliadas com os parceiros do
MERCOSUL e da UNASUL, à luz de compromissos no âmbito regional com a
democracia.
O Governo brasileiro ressalta que não tomará medidas que prejudiquem
o povo irmão do Paraguai.
O Brasil reafirma que a democracia foi conquistada com esforço e
sacrifício pelos países da região e deve ser defendida sem hesitação.
O Embaixador do Brasil em Assunção está sendo chamado a Brasília para consultas.

Neste quadro, nunca é demais defendermos a Democracia participativa. Formamos um bloco de países que representam uma nova relação política de poder. São governos  de base popular. Mas o risco de desmoronar é realidade.
A América Latina conseguiu avançar em uma estrutura política que em tempos anteriores jamais imaginávamos. Este quadro não é interessante ao capital internacional que perde espaço em países que consolidam governos populares: “Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Uruguai, Equador, Nicarágua”. O Paraguai fazia parte com Fernando Lugo. Hoje foi o Paraguai, amanhã poderá ser outro. Por isto é de fundamental importância fortalecermos o que conquistamos. “Democracia sempre”.
VEREADOR PAULINO ABRANCHES

domingo

ITAJUBÁ E A RIO+20


O mundo mais uma vez  se reúne para discutir  as relações ambientais no espaço contemporâneo. Quais serão as saídas urgentes que os países precisam assumir para garantir a sustentabilidade  na relação Natureza e População?
Não existe possibilidade de acharmos que tudo é uma decisão de países ou de governos. Na verdade qualquer país começa nas cidades. É neste espaço que as relações sociais, políticas, culturais e econômicas acontecem. As cidades  representam a base de toda estrutura existente. Nada vai mudar se a concepção ambiental de sustentabilidade  não existir nas cidades. 
Assim,, é de fundamental importância garantir  que todos os documentos assinados na Rio+20  sejam  base para a formação de programas de governo, principalmente na esfera municipal, pois é aqui que as coisas acontecem e se formam. 
A Carta da Terra  dá diretrizes para o desenvolvimento sustentável ao nosso país. Prometer ações no campo da geração de trabalho e renda, habitação, educação, saúde, cultura, ciência e tecnologia tem que estar na lógica ambiental, pois  do contrário será mais um discurso vazio feito para uma campanha política como tantas outras que já existiram. 
Nossa cidade precisa urgentemente  se alinhar com a modernidade  que o mundo contemporâneo exige. Não dá mais para aceitar que urbanizar é algo distante do que a Rio+20  esta discutindo. 

VEREADOR PAULINO  ABRANCHES